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VOCÊ JÁ CONVERSOU COM SUA DOR?

 

Desejando ou não, a dor é um elemento poderoso e essencial para a mudança. O sofrimento é profundamente pedagógico. Quer sempre nos ensinar algo. O sofrimento nos leva a perguntar: O que estou fazendo de errado? Por que minha saúde não vai bem? O que aconteceu com meu casamento? Por que meu filho se comporta desta forma? O sofrimento nos pára. Ele nos faz refletir em busca de uma resposta. De alguma forma o universo está nos reprovando e precisamos fazer esta reflexão. Repare nisto: se não fosse a dor, é possível que nós permanecêssemos ad infinitum no erro até uma completa destruição. Você permaneceria um péssimo pai, um cônjuge que não atende às necessidades do seu companheiro, um patrão insensível ou cuidando muito mal de sua saúde. Esta tomada de consciência é fundamental. Faça este exercício um tanto estranho: converse com a sua dor e se pergunte o que ela quer lhe ensinar. O seu sintoma pode estar falando com você e você não está entendendo. O Salmista conversou consigo mesmo quando disse: “Por que estás abatida ó minha alma? Por que te perturbas dentro em mim?” . A resposta veio em seguida: “Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxilio e Deus meu”. Larry Stockstil diz: “Não pode haver mudança de caráter sem dor. Uma criança que nunca sente a dor como conseqüência de suas escolhas erradas irá repeti-las constantemente (...) Por que deveríamos pensar que aqueles que não sofrem nenhuma conseqüência por suas escolhas erradas mudarão ou farão algo diferente?” . Esta afirmação de Stockstil é confirmada por Salomão: “O homem de grande ira tem de sofrer o dano; porque, se tu o livrares, virás ainda a fazê-lo de novo.”

Alcione Emerich

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VOCÊ TEM MEDO DE ERRAR?

 

O medo de errar pode se tornar um verdadeiro tormento mental na vida de um cristão. Alguns caminham na vida como se estivessem “pisando em ovos”. Alguém chamou esse grupo de “clube dos vigilantes”. Essa neurose comum no meio evangélico poderia ser chamada de “pecado-fobia”. Costumo dizer que se alguém não quiser errar em sua vida, uma boa opção é pedir a alguém para o amarrar na cama, colocar uma mordaça na sua boca, nos seus olhos, ligar o aparelho de som num louvor bem alto e trancar a porta do quarto. Depois, fique dando glória a Deus 24 horas por dia. O que acha da sugestão? Vai perceber que nessas condições a possibilidade de errar vai ser quase nula. Outra opção, talvez não muito boa, é virar um cadáver. Você há de concordar comigo que um cadáver não peca mais. Ele está sempre calmo, tranquilo e quieto, não é verdade? Entretanto, trancando-se num quarto ou tornando-se um cadáver, você não realiza nada nesta terra! Aprenda isto: só não perde uma competição quem nunca participou dela. Só não falha aquele que não fez nenhuma tentativa.

Uma das estratégias mais mirabolantes de Satanás é nos fazer pensar acerca de nós mesmos, além do que convém. Veja o que Paulo escreveu aos romanos: “Porque pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si além do que convém” (Rm 12.3). Imaginarmos que podemos viver nesta vida sem qualquer erro ou pecado é pensar de nós além do que convém. Antes que você me questione, não estou fazendo apologia do pecado. O que quero é que você reconheça a sua condição de homem e mulher, criatura ainda falível. Se você não reconhecê-la, sua vida será uma eterna crise, pois sempre exigirá de si algo que está para além de sua possibilidade. O final é ódio contra Deus: “Se há algo infalível na existência humana é justamente o fato de que cometemos erros, sofremos reveses, fracassamos”

Alcione Emerich

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OS PASTORES E O SENSO DE DIVINDADE

 

Eugene Peterson comenta: “É necessário que haja lideres, mas ai daqueles que se tornam lideres. Uma coisa curiosa acontece quando experimentamos Deus. Ela aconteceu pela primeira vez no jardim do Éden e continua acontecendo. A experiência com Deus – êxtase, a totalidade dele – é acompanhada por uma tentação de reproduzir a experiência como Deus (Ex: discípulos). O gosto por Deus torna-se numa ambição de tornar-se Deus. O ser amado por Deus é distorcido a ponto de se tornar uma cobiça de agir como Deus. Vislumbro um mundo onde Deus está no controle e acho que também posso controlar". Peterson continua falando do problema: " "Além disso, os pastores tem a seu dispor uma plateia substancial diante da qual devem agir de modo semelhante a Deus. Diferente de outras tentações , essa é quase puramente espiritual e comumente recebe reforço social. Se nós pregarmos a palavra de Deus por muito tempo e com frequência, não é necessário um grande salto da imaginação para assumirmos uma postura típica do deus que está falando a palavra. Se a postura é reforçada pela credibilidade admiradora das pessoas ao meu redor, benefícios de poder e bajulação começarem a ser desfrutados, eu certamente continuarei a fugir da presença do Senhor, pois lá fica o lugar onde certamente serei exposto como um enganador”

 

ALCIONE EMERICH

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A SUA DOR É O SEU MINISTÉRIO

 

O pastor Rick Warren no seu livro, Uma vida com propósitos, escreve-nos acerca de uma das verdades mais poderosas neste ministério de cura interior. Leia com atenção:

“As experiencias árduas são as que Deus mais usa para prepará-lo para o ministério. Deus jamais desperdiça uma dor! Na verdade, é muito provável que seu maior ministério surja de sua dor. Quem poderia ministrar melhor aos pais de uma criança com síndrome de Down do que outro casal que tenha um filho padecendo do mesmo mal? Quem poderia ajudar melhor na recuperaçao de um alcoólatra do que alguém que tenha combatido esse demônio e tenha achado a liberdade? Quem poderia confortar melhor uma esposa que tenha sido trocada por uma amante do que uma mulher que tenha passado pela mesma agonia? (...) Se você deseja ser usado por Deus, deve entender uma verdade poderosa: as mesmas experiências que lhe trouxeram mais arrependimento e ressentimento na vida – aquelas que você queria esconder e esquecer são as que Deus quer usar para ajudar aos outros. Elas são seu ministério!”

Confesso a vocês que as palestras mais poderosas que tenho ouvido são justamente de pessoas que foram feridas naquela mesma área de que estão falando, e Deus as tratou! Os melhores preletores para tratar da importância de um pai, são justamente aqueles que sofrerão terrivelmente com a falta deste pai. Os ministérios mais bem sucedidos para lidar com pessoas abusadas sexualmente, são justamente aquelas pessoas que um dia também experimentaram esta tragédia em suas vidas. Normalmente os preletores que tratam com grande autoridade de um tema, sofreram dores terríveis nesta área, mas um dia Deus os tratou. Falar de algo que você já experimentou é muito mais poderoso do que fazer uma mera pesquisa livresca de um tema! Quando somos consolados por Deus numa área, temos melhores condições de consolar outros nesta mesma área. Entao aprenda isto: O seu passado e a sua história não serão disperdiçados! As suas dores quando curadas por Deus se tornam o seu principal cajado ministerial! Como disse Warren: “Elas são o seu ministério!”.

Alcione Emerich

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O PERIGO DO PERFECCIONISMO EVANGÉLICO

 

“Estou convencido do fato de que a causa básica de algum dos problemas emocionais e espirituais que perturbam e atormentam os evangélicos é não conseguirem receber e vivenciar a graça incondicional de Deus”. (David Seamands). Quando tiramos os olhos da cruz, e colocamos os olhos em nós mesmos, passamos a nutrir essa culpa crônica em nossa relação com Deus. A conclusão é lógica e evidente: como eu, que sou pecador e falho, conseguirei satisfazer a justiça de um Deus santo? Se perder de vista a cruz, o sacrifício do Calvário, minha vida com Deus tornar-se-á um martírio diário. Claro, o diabo se aproveitará disso para piorar as coisas ainda mais. O fato é que “muitos estão caminhando num círculo interminável de tentar satisfazer um Deus insatisfeito e incontentável”.

Mas o escritor Seamands pergunta: “Mas o que há de errado em tentar alcançar de alguma forma um desempenho perfeito? Todos nós queremos que as coisas sejam perfeitas”. Ele responde que “o erro básico dessa tentativa é que já não temos essa opção. Nós a perdemos e já não podemos falar de nada que seja verdadeiramente perfeito neste mundo imperfeito. Deus deixou em nós o anelo da perfeição”. A impressão que tenho é de que muitas vezes a nossa vida cristã equivale àquele esporte chamado “salto com vara”. Primeiro, estabelecemos a altura da “vara”, ou seja, a altura que queremos saltar. Enquanto não conseguimos alcançar nosso alvo, que é pular acima daquela altura, frustramo-nos, ficamos irritados etc. Entretanto, quando depois de muito esforço, conseguimos superar a altura que estipulamos, temos um momento de grande alegria, festa, mas imediatamente aumentamos um pouquinho mais a altura e fazemos novas tentativas. E, então, novamente inicia-se o ciclo de tristezas, frustrações e raiva até que consigamos superar novamente nossas altas expectativas. E assim esse ciclo prossegue indefinidamente.

Nessa proposta de vida cristã, não são poucos os que vão se esgotando e morrendo pelo caminho. É uma espécie de “suicídio espiritual”. Aliás, “todo bom livro sobre suicídio de adolescente inclui uma advertência acerca dos que pensam que têm de ser perfeitos e que não suportam viver caso não o sejam”

Alcione Emerich

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