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A DOR E A MUDANÇA

 

Normalmente, nós somente buscamos a ajuda de alguém diante de um sofrimento. Alguém só vai a um médico ou a um dentista, quando sente algum sintoma lhe incomodando, como uma dor de cabeça, uma febre, dor no estômago etc. Muitos até mesmo não buscam uma igreja apenas quando estão debaixo de grande angústia? Até os que se declaram ateus ou profundamente indiferentes à fé, diante da dor, acabam por buscar a ajuda de um pastor, padre ou mesmo Deus. A maioria de nós precisa de algum atrito ou desconforto para sair da zona de conforto. Enquanto estamos fazendo a coisa errada, e não sofremos por isso, permanecemos como estamos. O casamento aparentemente vai bem, os filhos também, a igreja cresce, há dinheiro suficiente, mas de repente, o “carro sai dos trilhos”. Começamos a sofrer. Alguma coisa não vai bem. A saúde não está como antes, o casamento parece estar morrendo, e assim nos mobilizamos em busca de socorro. Infelizmente, alguns só buscam ajuda quando as coisas chegaram num ponto insustentável. É a vida dizendo a eles: “Do jeito que você vai, não pode mais prosseguir. Terá de parar agora ou será parado em definitivo!”. Desejando ou não, a dor é um elemento poderoso e essencial para a mudança.

O sofrimento é profundamente pedagógico. Quer sempre nos ensinar algo. O sofrimento nos leva a perguntar: O que estou fazendo de errado? Por que minha saúde não vai bem? O que aconteceu com meu casamento? Por que meu filho se comporta desta forma? O sofrimento nos pára. Ele nos faz refletir em busca de uma resposta. De alguma forma o universo está nos reprovando e precisamos fazer esta reflexão. Repare nisto: se não fosse a dor, é possível que nós permanecêssemos ad infinitum no erro até uma completa destruição. Você permaneceria um péssimo pai, um cônjuge que não atende às necessidades do seu companheiro, um patrão insensível ou cuidando muito mal de sua saúde. Esta tomada de consciência é fundamental. Faça este exercício um tanto estranho: converse com a sua dor e se pergunte o que ela quer lhe ensinar. O seu sintoma pode estar falando com você e você não está entendendo. O Salmista conversou consigo mesmo quando disse: “Por que estás abatida ó minha alma? Por que te perturbas dentro em mim?” . A resposta veio em seguida: “Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxilio e Deus meu”.

Alcione Emerich

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